Só vale com olho no olho?

O home office vem mudando a forma como as pessoas trabalham e se relacionam com os colegas de empresa. Por mais que o trabalho remoto possa trazer vantagens, como a redução do tempo no trânsito, alguns especialistas dizem que ele pode ser uma ameaça à cultura das organizações. O entendimento é que ela é algo que constrói no dia a dia e coletivamente.

Mas há quem enxergue no trabalho remoto uma oportunidade para o fortalecimento da cultura da companhia. Para esses, a adesão a esse atributo não depende da proximidade física entre os colaboradores e a convivência pode ser compensada virtualmente.

Com opiniões tão opostas, dá para saber qual delas reflete mais a realidade? Não existe uma verdade absoluta que serve para todos os casos, principalmente quando se trata da cultura de uma empresa, que é um organismo em constante mutação. 

Tudo vai depender do tipo de negócio, do momento que está sendo vivido e do quanto essa sabedoria coletiva que é o conhecimento acumulado sobre a empresa está amadurecida internamente. Por isso, a distância pode fazer mais diferença para algumas do que para outras.

Quer saber mais sobre os desafios que as empresas enfrentam para manter uma cultura forte em tempos de distanciamento social e menos interações presenciais? Confira no 6 Minutoshttps://bit.ly/30OKpsr.
Em dificuldades por causa da crise causada pelo coronavírus, muitas lojas correm o risco de fechar. Segundo o IBGE, 40% das empresas encerradas recentemente atribuíram o motivo à pandemia. Segundo levantamento da ABF (Associação Brasileira de Franchising), 12% das franquias tiveram as atividades suspensas e 0,5% foram encerradas de vez no mês de abril. Para quem permaneceu no mercado, a queda no faturamento foi alta: 48,2%.

Em alguns casos, são negócios normalmente rentáveis, localizados em bons pontos comerciais, mas que não resistiram ao período de isolamento social por falta de capital de giro. Para não perder o ponto e não diminuir sua rede de lojas, as franquias utilizam o repasse para salvar unidades em risco. Funciona assim: o franqueado que não tem mais interesse em manter sua unidade – seja por dificuldades financeiras ou por outro motivo, como mudança de cidade ou aposentadoria – pode vender sua franquia para outra pessoa. https://bit.ly/30Q2s1n
Com o comércio aberto há pouco mais de um mês na cidade de São Paulo, nem todo mundo deixou o isolamento social para fazer compras. Prova disso é o índice de isolamento social na capital, que tem se mantido em torno de 46%. Para fazer as pessoas se sentirem mais seguras fora de casa, surge uma nova gama de produtos e serviços que promete esterilizar o ar, higienizar superfícies, limpar sapatos e aniquilar o medo do consumidor. A pergunta é: tudo isso funciona?

Não há apenas uma resposta para essa pergunta. Os sistemas esterilizadores de ar, por exemplo, são eficazes e com um custo bastante alto. Soluções simples, como tapetes sanitários, podem manter o ambiente mais limpo, mas são inócuas para evitar a contaminação pelo coronavírus. E modas recentes, como a varinha de luz ultravioleta tão popular em marketplaces que importam produtos da China, não desinfeta superfícies e pode provocar sérios danos se usada na pele ou nos olhos. Para saber mais, veja no 6 Minutos: https://bit.ly/3f4fhKA.
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O QUE MAIS FOI NOTÍCIA

O deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), relator da comissão mista da reforma tributária no Congresso, deu um recado ao governo Bolsonaro e sua equipe econômica: o parlamento espera e vai trabalhar por mudanças maiores do que as propostas por Paulo Guedes. “É mais razoável do ponto de vista político, inclusive, que utilizemos essa energia para aprovar uma reforma mais ampla”, afirmou Ribeiro. “Talvez não seja aquela que o Brasil precisa, uma radical. Em matérias como essa, o bom senso manda a gente ser prudente, mas vamos ser ousados no que, do ponto de vista estrutural, pode modernizar mais o nosso país”. https://bit.ly/39vagcU

A pandemia do novo coronavírus levou a Prefeitura do Rio de Janeiro a cancelar a tradicional festa de Ano Novo, que costuma atrair milhões de pessoas para a orla de Copacabana. O Carnaval também está sob risco, caso uma vacina contra a covid-19 não esteja disponível até fevereiro. “Com relação ao réveillon, esse modelo tradicional que conhecemos e que praticamos na cidade há anos, assim como o Carnaval, não é viável neste cenário de pandemia, sem a existência de uma vacina”, justificou a Prefeitura. https://bit.ly/2OUT3jP

E São Paulo, que anunciou no fim da semana passada tanto o cancelamento do Ano Novo na Paulista quanto o adiamento do Carnaval para uma data não determinada, sabe que a ausência de grandes eventos terá um impacto na economia da cidade. Levantamento do Estadão baseado em dados de 2019 prevê que a capital paulista deixará de movimentar quase R$ 3,5 bilhões em serviços e no comércio com tantas ausências em seu calendário oficial de 2020/2021. https://bit.ly/3g3MQOa

A Caixa anunciou a prorrogação da pausa nas cobranças de prestações da casa própria por causa da pandemia da covid-19, mas beneficiários da faixa 1 do Minha Casa Minha Vida, voltada às famílias mais carentes (com renda mensal até R$ 1,8 mil), continuam sem esse alívio. Mesmo com redução drástica na renda, eles seguem sendo cobrados pelo pagamento das prestações, que variam de R$ 80 a R$ 270. https://bit.ly/2OXVEJI

Um levantamento do QuintoAndar mostra que muitos paulistanos estão buscando nesta quarentena imóveis em bairros mais afastados no centro expandido ou até mesmo em cidades vizinhas da capital. A razão? Preços mais camaradas e mais espaço disponível. Com a explosão do trabalho remoto combinada a uma diminuição na renda, muitos têm migrado para espaços maiores em locais mais distantes. Será que a tendência se mantém depois da pandemia acabar? https://bit.ly/3hH6Qa3

Mães e pais têm razão de estarem preocupados com os problemas decorrentes da mudança repentina para as videoaulas e o longo tempo sem encontros presenciais. Estudos mostram que essa combinação tem causado impactos negativos no desenvolvimento das crianças em idade escolar. Os prejuízos vão além da perda de conteúdos e ocorrem também na aquisição de habilidades como interação, cooperação e expressão de sentimentos, principal objetivo das escolas para os pequenos nessa fase. https://bit.ly/3f1rn7w

Um dos sacrifícios exigidos de quem está ficando o máximo possível em casa durante a pandemia é não ter o mesmo nível de contato com a natureza. Para amenizar a saudade, um caminho tem sido levar mais verde para dentro de casa. Serviços que fornecem plantas e vasos tiveram a demanda multiplicada nos últimos meses, mas é preciso saber que as novas aquisições para embelezar a casa precisam de cuidado e atenção constantes. https://bit.ly/3hG8454

O coronavírus está fazendo com que muita gente compre nos comércios mais próximos de casa. E não é só isso. A maioria dos consumidores afirma que pretende continuar com a prática mesmo depois que a pandemia terminar. É o que mostra uma pesquisa feita pela consultoria empresarial Accenture entre os dias 20 e 25 de maio, que descobriu ainda que a crise atual estimulou também a busca por produtos de origem local. https://bit.ly/2OUjohM